Dupla de arquitetas mineiras fecha parceria com grande escritório italiano

Dupla de arquitetas mineiras fecha parceria com grande escritório italiano: Aposentadoria Especial Blog Explica: SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As arquitetas mineiras Janaína Massote, 42, e Flávia Miranda, 50, tinham apenas um ano de sociedade quando fecharam uma

Dupla de arquitetas mineiras fecha parceria com grande escritório italiano

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As arquitetas mineiras Janaína Massote, 42, e Flávia Miranda, 50, tinham apenas um ano de sociedade quando fecharam uma parceria com um grande escritório italiano, o ReCS Architects, em 2018.Hoje tocam, entre outros projetos, um bairro planejado em Uberlândia (MG), um complexo turístico de 70 hectares no interior de São Paulo e a primeira vila humanitária da Cruz Vermelha no mundo, que será construída em Contagem (MG) para atender 12 projetos sociais da região —com estimativa de custo de R$ 25 milhões.O ReCS, que atua nas áreas de design de interiores, arquitetura e urbanização em grandes obras em países como Emirados Árabes e China, foi fundado em Parma, em 2011, já com planos de expandir internacionalmente.Janaína foi a responsável por contatar a empresa italiana. Ela havia conhecido em Londres, cidade onde morou entre 2016 e 2017, um consultor do escritório, e conseguiu ser apresentada a seus fundadores. Depois de se juntar a Flávia, retomou o contato com os italianos, que aceitaram fazer uma reunião.O encontro aconteceria no aeroporto de Guarulhos, durante um intervalo de uma hora, numa passagem de uma diretora do ReCS por São Paulo. “Tínhamos pouco tempo para preparar nossa apresentação, que aconteceria em um local conturbado e barulhento”, lembra Janaína.De forma objetiva, elas apresentaram portfólio, modelo de negócio, proposta de expansão, filosofia de trabalho, metodologia de gestão e visão de projeto. “Nosso vínculo se estabeleceu ali e passamos a nos falar toda semana. Quaisquer que fossem o dia e o horário que eles marcavam, ficávamos em frente ao computador, conversando por Skype. Isso os deixou mais confiantes”, diz Janaína.Além de assegurar aos italianos o mesmo rol de atividades que eles já desempenhavam, Janaína e Flávia ofereceram mais: integração de projetos de arquitetura e engenharia, análise de tendências de consumo, estudo vocacional de terrenos, prospecção de negócios e de investidores, estudos de viabilidade técnica e financeira de empreendimentos, marketing e venda de imóveis.Quando firmaram a sociedade, as arquitetas estabeleceram que não teriam mais um escritório exclusivamente de projetos. Pretendiam, sim, atuar em todas as frentes do negócio imobiliário, conta Janaína, que também é administradora e tem MBA em gestão. Com esse perfil, ela assumiu a diretoria executiva da empresa, enquanto Flávia ficou como diretora de criação.Ao negociar com os italianos, elas também garantiram as próprias condições. “Não queríamos ser apenas desenvolvedoras de projetos, mão de obra barata para escritórios internacionais. O mais importante era ter autonomia de gestão e independência para identificar os projetos que devem ser conduzidos em conjunto e quais etapas merecem ser elaboradas desse jeito.”As formas de remuneração sã …

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