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Custos bancários serão repassados aos Beneficiários com novas regras do Minha Casa Minha Vida

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Custos bancários serão repassados aos Beneficiários com novas regras do Minha Casa Minha Vida: Aposentadoria Especial Blog Explica: Custos bancários serão repassados aos Beneficiários com novas regras do Minha Casa Minha Vida.

Custos bancários serão repassados aos Beneficiários com novas regras do Minha Casa Minha Vida

Para resolver impasse com bancos e destravar o novo Minha Casa Minha Vida, o governo propõe que o beneficiário do voucher da construção, o modelo que deve ser voltado às famílias mais pobres, pague pelo custo que as instituições financeiras terão…

Custos bancários serão repassados aos Beneficiários com novas regras do Minha Casa Minha Vida. Para resolver impasse com bancos e destravar o novo Minha Casa Minha Vida, o governo propõe que o beneficiário do voucher da construção, o modelo que deve ser voltado às famílias mais pobres, pague pelo custo que as instituições financeiras terão para operacionalizar o formato.As informações foram dadas pelo ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional).

Voucher da Construção deve Substituir a Faixa 1

O voucher da construção deve substituir a faixa 1 do atual Minha Casa Minha Vida, segmento marcado por elevada inadimplência dos beneficiários -está em 34,9%- e que teve um ano marcado por atrasos nos repasses a construtoras.

A ideia é que o voucher, de cerca de R$ 60 mil, seja distribuído a famílias com renda até R$ 1.200 -abaixo da atual faixa 1, que está em R$ 1.800.

Canuto admitiu que o custo para os atores financeiros que poderiam participar da operacionalização do voucher está muito alto para o padrão que o governo gostaria. “Qualquer custo que supere 10% o governo já torce o nariz”, afirmou.

“O terreno não está nesse valor. Esperamos que exista uma parceria de município, estado e União”

Pela proposta, o custo será descontado dos R$ 60 mil que a família receberá para comprar, construir ou reformar o imóvel. “O terreno não está nesse valor. Esperamos que exista uma parceria de município, estado e União”, disse o ministro. A expectativa é que a doação reduza o custo que a família teria com a obra, por exemplo. “Ou a prefeitura complementa com mais R$ 10 mil, ou as famílias se associam para reduzir o custo da construção”, sugeriu.

“Ou a prefeitura complementa com mais R$ 10 mil, ou as famílias se associam para reduzir o custo da construção”

Proposta deve agradar às instituições financeiras

A proposta deve agradar às instituições financeiras. A Caixa Econômica Federal, que gerencia o programa, administraria também os vouchers, assim como outros bancos.A Caixa já sinalizou ao governo que o sistema é inviável porque, da forma como a proposta foi concebida, o banco poderia ser responsabilizado caso houvesse desvios de vouchers. Também existe a preocupação com o surgimento de um mercado paralelo de venda do cupom.

Mesmo ficando com um pedaço dos recursos de vouchers para remunerar esse serviço, o risco operacional seria alto demais para o banco, mesmo problema identificado por instituições privadas, que não consideram o novo modelo atrativo o suficiente para compensar eventuais riscos.

Pela proposta em estudo no ministério, o dinheiro do voucher não será entregue para a família diretamente.

Um engenheiro será responsável por apresentar um projeto, que deverá ser aprovado pelo governo. A proposta do ministério é que o depósito seja feito diretamente na conta do profissional responsável pelo projeto.

Para o ministro, o formato resolve um problema identificado: o público-alvo do faixa 1, segundo Canuto, não está acostumado com bancos.
Canuto descarta …


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