Vazado em banco de dados CPF de 220 milhões de brasileiros

Vazado em banco de dados CPF de 220 milhões de brasileiros: Aposentadoria Especial Blog Explica: Vazado em banco de dados CPF de 220 milhões de brasileiros. Um vazamento em um banco de dados identificado pela empresa de cibersegurança PSafe expôs

Vazado em banco de dados CPF de 220 milhões de brasileiros

Vazado em banco de dados CPF de 220 milhões de brasileiros. Um vazamento em um banco de dados identificado pela empresa de cibersegurança PSafe expôs informações como nome completo, data de nascimento e CPF de 220 milhões de pessoas, que é mais do que a população brasileira, hoje em 211,8 milhões de habitantes, segundo o IBGE.
Foram exibidos ainda dados de 104 milhões de veículos, como número de chassi, placa do veículo, município, cor, marca, modelo, ano de fabricação, cilindradas e até mesmo o tipo de combustível utilizado. E, ainda, informações de 40 milhões de empresas, contendo CNPJ, razão social, nome fantasia e data de fundação.
Para Emilio Simoni, diretor do laboratório de cibersegurança da Psafe, esses dados são utilizados pricipalmente em golpes de phishing, em que na posse das informações pessoais sobre a vítima, os criminosos se passam por empresas, como operadoras de telefonia e bancos, e solicitam mais informações sigilosas das vítimas, como senha do cartão de crédito e dados bancários, além de solicitar empréstimos, por exemplo.
Devido ao alto valor dessas informações para o mercado, os dados têm sido comercializados ilegalmente em fóruns da dark web.
— Os cibercriminosos disponibilizam parte das bases para comprovar a veracidade das informações obtidas e tentam de alguma forma lucrar com esses incidentes, vendendo dados mais aprofundados como e-mails, telefones, dados do CPF de poder aquisitivo e ocupação das pessoas afetadas — pontua.
De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados, a partir de agosto de 2021 as penalizações para este tipo de vazamentos poderão ser aplicadas e variam desde sanções administrativas até multas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração para as empresas responsáveis.
Os pesquisadores seguem investigando como essas informações confidenciais teriam sido obtidas por cibercriminosos. No entanto, até o momento, não existem informações concretas sobre as fontes do CPF.

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